Sombra de copa larga com floração de fim de Verão
Sófora-do-japão · Styphnolobium japonicum
Onde um arruamento ou praça exige copa ampla, tolerância ao calor e à poluição e uma floração que chega quando poucas árvores florescem, esta leguminosa de porte arredondado responde com folhagem densa e estrutura regulável em poda de formação.
- Cream pea-flowers in August, when other trees have finished
- Deep, generous canopy of fine foliage casts cooling shade
- High heat and drought tolerance from deep legume rooting
Sobre esta espécie
De copa arredondada e ampla, atinge em condições favoráveis 15 a 25 m de altura por 12 a 18 m de diâmetro, com crescimento médio. Plantada ao ar livre tende a ramificar baixo; em poda de formação conduzida sobre fuste limpo dá-se a alinhamento e a exemplar isolado em parque ou praça. Ocupa um lugar próximo do plátano de sombra ou da tília em arruamento, com a vantagem de florir no Verão e de não estar sob a pressão fitossanitária do cancro colorido que hoje condiciona o Platanus.
O comportamento no local é o seu argumento principal. Suporta calor estival prolongado, poluição atmosférica e stress hídrico uma vez instalada, sustentada por raízes pivotantes profundas que procuram a água em profundidade. Resiste a cerca de -10 °C, pelo que cobre desde o litoral a Sul do Mondego até ao interior mais frio, sem stress invernal relevante nas zonas urbanas. Pede exposição plena e solos bem drenados, francos a arenosos; em solos pesados e com encharcamento sazonal o vigor cai, condição a gerir…
De copa arredondada e ampla, atinge em condições favoráveis 15 a 25 m de altura por 12 a 18 m de diâmetro, com crescimento médio. Plantada ao ar livre tende a ramificar baixo; em poda de formação conduzida sobre fuste limpo dá-se a alinhamento e a exemplar isolado em parque ou praça. Ocupa um lugar próximo do plátano de sombra ou da tília em arruamento, com a vantagem de florir no Verão e de não estar sob a pressão fitossanitária do cancro colorido que hoje condiciona o Platanus.
O comportamento no local é o seu argumento principal. Suporta calor estival prolongado, poluição atmosférica e stress hídrico uma vez instalada, sustentada por raízes pivotantes profundas que procuram a água em profundidade. Resiste a cerca de -10 °C, pelo que cobre desde o litoral a Sul do Mondego até ao interior mais frio, sem stress invernal relevante nas zonas urbanas. Pede exposição plena e solos bem drenados, francos a arenosos; em solos pesados e com encharcamento sazonal o vigor cai, condição a gerir com drenagem à plantação.
A tolerância moderada ao salitre permite o seu uso em arruamentos costeiros recuados, embora a madeira jovem seja frágil ao vento. Em situação exposta, a poda de formação que evita ramificações codominantes e abre a copa reduz o risco de rotura; nas praças abrigadas esse cuidado é menor.
Não regista pressões fitossanitárias relevantes em cultura, o que a torna uma escolha defensável face a géneros sob vigilância. A floração branco-creme, ligeiramente perfumada, surge em panículas amplas de Julho a Setembro, fenómeno tardio e raro entre as árvores de arruamento, seguido de vagens persistentes que prolongam o interesse até ao Inverno. A folhagem composta, verde e densa, oferece sombra plena à medida que a coroa fecha, com viragem amarela breve no final do Outono. Note-se que vagens e sementes são tóxicas por ingestão, factor a ponderar em espaços de utilização infantil.
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