Carvalho de copa estreita e vertical para espaços contidos
Carvalho-roble ‘Fastigiata Koster’ · Quercus robur ‘Fastigiata Koster’
De silhueta estreita e fortemente vertical, ocupa o espaço aéreo sem o impor ao solo: a forma colunar que um arruamento contido ou um separador central pede quando se quer o porte do carvalho sem a copa larga.
- Narrow, upright crown to around 4 metres wide
- Reaches roughly 20 metres in height at maturity
- The stature of an oak for a confined space
Factos-chave
Sobre esta cultivar
A forma é o argumento. Onde o Quercus robur de tipo botânico abre uma copa larga e arredondada incompatível com caldeiras apertadas, esta selecção fastigiada mantém ramificação densa e ascendente envolvendo o fuste, com cerca de 20 m de altura por apenas 4 m de largura na maturidade. A relação altura/largura permite alinhamentos urbanos contidos, separadores centrais e praças onde um carvalho de copa aberta obrigaria a podas de redução sucessivas.
O comportamento edáfico e a rusticidade são os do carvalho-roble, espécie autóctone em Portugal e presente nas listas de flora nacional, o que sustenta a sua inclusão em cadernos de encargos com quota de espécies nativas. Adapta-se a quase todos os tipos de solo, incluindo argilosos compactados e calcários, e suporta geada sem stress invernal nas condições portuguesas. A tolerância à seca é moderada: estabelecido, dispensa rega corrente, mas pede acompanhamento hídrico nos primeiros verões em solo seco e exposição plena.
Para o contexto…
A forma é o argumento. Onde o Quercus robur de tipo botânico abre uma copa larga e arredondada incompatível com caldeiras apertadas, esta selecção fastigiada mantém ramificação densa e ascendente envolvendo o fuste, com cerca de 20 m de altura por apenas 4 m de largura na maturidade. A relação altura/largura permite alinhamentos urbanos contidos, separadores centrais e praças onde um carvalho de copa aberta obrigaria a podas de redução sucessivas.
O comportamento edáfico e a rusticidade são os do carvalho-roble, espécie autóctone em Portugal e presente nas listas de flora nacional, o que sustenta a sua inclusão em cadernos de encargos com quota de espécies nativas. Adapta-se a quase todos os tipos de solo, incluindo argilosos compactados e calcários, e suporta geada sem stress invernal nas condições portuguesas. A tolerância à seca é moderada: estabelecido, dispensa rega corrente, mas pede acompanhamento hídrico nos primeiros verões em solo seco e exposição plena.
Para o contexto urbano, dois factos pesam na decisão. A variedade tolera a poluição atmosférica e a proximidade de asfalto, o que a torna defensável em espaço-canal e em arruamento sobre pavimento. O sistema radicular do carvalho é pivotante e profundo, padrão menos agressivo para pavimentos do que as espécies de raiz superficial, embora em caldeira apertada se imponha sempre a previsão de espaço e separação de redes técnicas.
A folhagem caduca, verde escura e lobada, vira para castanho-amarelado estável no Outono atlântico, registo cromático sóbrio adequado a projecto municipal. O género está globalmente sujeito a oídio em climas húmidos e a um leque de pragas de folha próprio dos Quercus, sem que nenhuma constitua, em Portugal, a pressão fitossanitária aguda do freixo ou do plátano. Crescimento médio: conte com vários anos até a coluna definir a sua linha em projecto, ritmo coerente com a longevidade e a estabilidade estrutural que o carvalho oferece em arvoredo permanente.
Disponibilidade & preço
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