Floração branca de Abril sobre copa horizontal e aberta
Cerejeira-do-japão ‘Shirotae’ · Prunus serrulata ‘Shirotae’
Para projectos que pedem um exemplar de floração de primavera com porte aberto e contido, esta cultivar de cerejeira-do-japão impõe-se pela copa horizontal e pela flor branca semidobrada, distinta do habito vertical em taça do mais comum 'Kanzan'.
- Wide, near-horizontal crown reaching four to six metres across
- Dense clusters of pure white, lightly scented April blossom
- Bronze new growth in spring, orange and brown foliage in autumn
Factos-chave
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Sobre esta cultivar
Distingue-se da espécie e das cultivares de flor rosa por uma copa larga, aberta e marcadamente horizontal, que em condições portuguesas estabiliza nos 4 a 6 metros de altura com largura semelhante. Esta estrutura ramificada baixa e espraiada ocupa em projecto o lugar de um exemplar isolado de copa ampla, vocacionado para situações onde se quer extensão lateral e não verticalidade, ao contrario do porte em taça do 'Kanzan'. O calibre e a forma tornam-na adequada a maciços de relvado, pátios amplos e plantação em grupo, menos a alinhamentos estreitos, onde a expansão lateral exige caldeiras generosas.
A floração de abril é o criterio de especificação central: grandes flores brancas puras, semidobradas, em cachos densos e pendentes, com perfume suave, acompanhadas pelas brotações jovens bronzeadas que prolongam o interesse primaveril. No outono a folhagem caduca, verde-escura e ovada, vira para tons alaranjados e acastanhados, conferindo-lhe um segundo período de valor ornamental…
Distingue-se da espécie e das cultivares de flor rosa por uma copa larga, aberta e marcadamente horizontal, que em condições portuguesas estabiliza nos 4 a 6 metros de altura com largura semelhante. Esta estrutura ramificada baixa e espraiada ocupa em projecto o lugar de um exemplar isolado de copa ampla, vocacionado para situações onde se quer extensão lateral e não verticalidade, ao contrario do porte em taça do 'Kanzan'. O calibre e a forma tornam-na adequada a maciços de relvado, pátios amplos e plantação em grupo, menos a alinhamentos estreitos, onde a expansão lateral exige caldeiras generosas.
A floração de abril é o criterio de especificação central: grandes flores brancas puras, semidobradas, em cachos densos e pendentes, com perfume suave, acompanhadas pelas brotações jovens bronzeadas que prolongam o interesse primaveril. No outono a folhagem caduca, verde-escura e ovada, vira para tons alaranjados e acastanhados, conferindo-lhe um segundo período de valor ornamental relevante em projecto municipal.
O comportamento no local exige rigor de implantação. A espécie prefere solos férteis, frescos, bem drenados e ligeiramente ácidos, em exposição plena, e não tolera encharcamento nem drenagem deficiente, pelo que em solos argilosos compactados se impõe correcção de drenagem. A tolerância à seca e ao salitre é baixa, o que recomenda rega de apoio durante o pegamento e os primeiros verões e abrigo do vento forte e da maresia em projectos da orla costeira atlântica.
De crescimento moderado, resiste ao frio até cerca de -10 °C, comportamento sem stress invernal no centro e norte continental. A casca é fina e sensivel a danos mecânicos, o que pede protecção de fuste em arruamento e poda de formação criteriosa. Adapta-se a contexto urbano desde que disponha de espaço para se expandir horizontalmente, o que faz dela uma escolha defensável onde o projecto procura floração branca de porte aberto e não a silhueta ereta das cultivares rosa.
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