Sebe perene e formal, folhagem estreita e brilhante
Azereiro ‘Angustifolia’ · Prunus lusitanica ‘Angustifolia’
Onde um projecto pede massa perenifólia densa e bem estruturada, esta forma de azereiro oferece copa ereta e contida, de folha estreita, adequada a sebes formais, bordaduras altas e enquadramentos que exigem volume verde constante ao longo do ano.
- Glossy dark evergreen foliage held densely through every season
- Narrower, finer leaves than the ordinary Portuguese laurel
- Naturally upright crown that clips into a formal hedge or screen
Sobre esta cultivar
De origem ibérica, esta forma do azereiro distingue-se do tipo pela folha mais estreita e alongada, persistente e verde-escura brilhante, que adensa a copa e dá uma textura mais fina à massa foliar. Em condições portuguesas atinge 4 a 6 m de altura por 2 a 3 m de largura, com porte ereto e bem estruturado, o que a torna mais regular em poda de formação do que a espécie-tipo e adequada a sebes contidas e maciços perenifólios.
No lugar do Prunus laurocerasus, oferece ao projectista uma alternativa autóctone com igual presença perenifólia mas porte mais compacto e folhagem de menor escala, útil quando o caderno de encargos pondera espécies da flora ibérica. Suporta bem a poda repetida, mantendo densidade da base ao topo, pelo que se presta a sebe estrutural, separador verde ou exemplar isolado conduzido em fuste.
O comportamento edáfico é amplo desde que a drenagem seja assegurada: adapta-se a solos argilosos e a substratos pobres, mas não tolera encharcamento prolongado, condição a…
De origem ibérica, esta forma do azereiro distingue-se do tipo pela folha mais estreita e alongada, persistente e verde-escura brilhante, que adensa a copa e dá uma textura mais fina à massa foliar. Em condições portuguesas atinge 4 a 6 m de altura por 2 a 3 m de largura, com porte ereto e bem estruturado, o que a torna mais regular em poda de formação do que a espécie-tipo e adequada a sebes contidas e maciços perenifólios.
No lugar do Prunus laurocerasus, oferece ao projectista uma alternativa autóctone com igual presença perenifólia mas porte mais compacto e folhagem de menor escala, útil quando o caderno de encargos pondera espécies da flora ibérica. Suporta bem a poda repetida, mantendo densidade da base ao topo, pelo que se presta a sebe estrutural, separador verde ou exemplar isolado conduzido em fuste.
O comportamento edáfico é amplo desde que a drenagem seja assegurada: adapta-se a solos argilosos e a substratos pobres, mas não tolera encharcamento prolongado, condição a resolver com drenagem em solos compactos ou de toalha freática alta. Em exposição plena desenvolve copa mais cerrada; em meia-sombra mantém vigor, vantagem em pátios e alinhamentos sombreados por edificado.
O crescimento é moderado e a tolerância à seca instala-se após o pegamento, sustentada por rega de apoio nos primeiros verões; no interior quente e seco beneficia de rega de estabelecimento mais prolongada. Resiste ao frio das zonas a sul do Mondego sem stress invernal e tolera a poluição urbana, o que a recomenda para meio construído.
Na primavera e início do verão produz cachos eretos de pequenas flores brancas perfumadas que atraem polinizadores, seguidos de frutos ovais que viram de vermelho a negro, apreciados pela avifauna. O género não está sob as pressões fitossanitárias que afectam o plátano ou o freixo no mercado português, e a espécie mantém bom comportamento sanitário em cultura.
Disponibilidade & preço
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