Copa erecta, casca marmoreada e cor de Outono
Parócia ‘Vanessa’ · Parrotia persica ‘Vanessa’
Cultivar colunar da árvore-de-ferro, indicada para alinhamentos urbanos onde o caderno de encargos exige porte vertical e copa contida, mantendo a coloração outonal e o interesse invernal da casca esfoliante.
- Outono em amarelo, laranja, escarlate e púrpura, muitas vezes na mesma árvore
- Silhueta erecta de oito a dez metros, de volume contido e legível
- Floração de inflorescências vermelhas sobre ramos despidos em Janeiro e Fevereiro
Factos-chave
Sobre esta cultivar
Distingue-se da espécie-tipo pelo hábito colunar e copa estreita, atingindo em condições portuguesas 8 a 10 m de altura por 3 a 5 m de largura, contra os 6 a 10 m de espraiamento de uma Parrotia persica corrente. Ocupa em alinhamento o lugar de uma Carpinus betulus ‘Fastigiata’ ou de um Acer platanoides ‘Columnare’, com a vantagem do triplo interesse ornamental que define o género: floração de fim de inverno, casca esfoliante decorativa e viragem outonal.
Adapta-se a solos férteis, frescos e bem drenados, preferindo pH ácido a neutro. Em solos calcários bem drenados mantém-se, mas perde vigor em calcários compactos; nesses contextos o paisagista terá de pesar substituições. Tolera meia-sombra mas é em exposição plena que a coloração outonal se exprime de forma estável. Resistente ao frio sem reservas em todo o território continental, tolera bem a poluição urbana e suporta secas curtas uma vez estabelecida, sem dispensar regas de apoio nos primeiros três a quatro verões.
O sistema…
Distingue-se da espécie-tipo pelo hábito colunar e copa estreita, atingindo em condições portuguesas 8 a 10 m de altura por 3 a 5 m de largura, contra os 6 a 10 m de espraiamento de uma Parrotia persica corrente. Ocupa em alinhamento o lugar de uma Carpinus betulus ‘Fastigiata’ ou de um Acer platanoides ‘Columnare’, com a vantagem do triplo interesse ornamental que define o género: floração de fim de inverno, casca esfoliante decorativa e viragem outonal.
Adapta-se a solos férteis, frescos e bem drenados, preferindo pH ácido a neutro. Em solos calcários bem drenados mantém-se, mas perde vigor em calcários compactos; nesses contextos o paisagista terá de pesar substituições. Tolera meia-sombra mas é em exposição plena que a coloração outonal se exprime de forma estável. Resistente ao frio sem reservas em todo o território continental, tolera bem a poluição urbana e suporta secas curtas uma vez estabelecida, sem dispensar regas de apoio nos primeiros três a quatro verões.
O sistema radicular é discreto e não lenhifica à superfície, comportando-se de forma compatível com caldeiras de 1,2 a 1,5 m e com a separação habitual de redes técnicas em arruamentos novos. Crescimento lento a moderado: a partir de calibre 18/20 plantado, a coroa estabiliza em quatro a seis anos de acompanhamento, prazo a calibrar consoante exposição e disponibilidade hídrica. A Hamamelidaceae não está hoje sob pressão fitossanitária reconhecida em Portugal, o que torna esta cultivar uma alternativa interessante onde a especificação previa Fraxinus contidos por chalarose.
A folhagem é densa, oval e verde-escura no verão, com viragem outonal que combina amarelo, laranja, escarlate e púrpura, com tendência marcada para o vermelho intenso que caracteriza esta cultivar. A casca esfoliante revela placas em tons de cinzento, verde e castanho-claro, sustentando interesse em inverno em praças e separadores onde a leitura próxima é relevante. A floração ocorre em fim de inverno, antes do rebento, em pequenas flores vermelhas apétalas que assinalam a estação sem se sobrepor à arquitectura da copa.
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