Perenifólia de flor perfumada e copa densa
Magnólia-grandiflora ‘Gallisoniensis’ · Magnolia grandiflora ‘Gallisoniensis’
Cultivar de referência para projectos que exigem presença volumétrica perene e floração estival. A copa piramidal densa garante estrutura verde durante todo o ano, com interesse acrescido pela floração perfumada de Junho a Setembro.
- Folhagem perene e coriácea, verde-escura e lustrosa, castanho-ferrugínea por baixo
- Flores brancas perfumadas em forma de taça, até 25 cm de diâmetro
- Porte vertical e sombra densa permanente doze meses por ano
Factos-chave
Sobre esta cultivar
A 'Gallisoniensis' é o cultivar de Magnolia grandiflora mais difundido na arborização ornamental europeia, e por bom motivo: combina vigor vegetativo previsível com uma copa piramidal ampla e regular que dispensa podas de formação intensivas. Em estado adulto atinge 15 a 20 m de altura e 8 a 12 m de envergadura, formando uma massa verde densa que funciona como barreira visual e acústica eficaz em parques e separadores.
A folhagem é o seu activo estrutural permanente. As folhas, grandes e coriáceas, apresentam página superior verde-escura e lustrosa e página inferior com indumento castanho-ferrugíneo, o que confere interesse visual mesmo fora do período de floração. A persistência foliar ao longo de todo o ano torna este cultivar particularmente útil em projectos onde a perda de copa no inverno comprometeria a função de ecrã ou de ensombramento.
A floração decorre de Junho a Setembro, com flores brancas solitárias em forma de taça que podem atingir 25 cm de diâmetro e libertam…
A 'Gallisoniensis' é o cultivar de Magnolia grandiflora mais difundido na arborização ornamental europeia, e por bom motivo: combina vigor vegetativo previsível com uma copa piramidal ampla e regular que dispensa podas de formação intensivas. Em estado adulto atinge 15 a 20 m de altura e 8 a 12 m de envergadura, formando uma massa verde densa que funciona como barreira visual e acústica eficaz em parques e separadores.
A folhagem é o seu activo estrutural permanente. As folhas, grandes e coriáceas, apresentam página superior verde-escura e lustrosa e página inferior com indumento castanho-ferrugíneo, o que confere interesse visual mesmo fora do período de floração. A persistência foliar ao longo de todo o ano torna este cultivar particularmente útil em projectos onde a perda de copa no inverno comprometeria a função de ecrã ou de ensombramento.
A floração decorre de Junho a Setembro, com flores brancas solitárias em forma de taça que podem atingir 25 cm de diâmetro e libertam fragância intensa, perceptível a vários metros. Este período prolongado de floração confere interesse ornamental ao espaço público durante os meses de maior utilização.
Em termos edáficos, prefere solos férteis, profundos e bem drenados, com reacção ácida a neutra, mas tolera solos argilosos e mesmo calcários quando a drenagem é adequada. Exige exposição soalheira a meia-sombra e protecção contra ventos fortes e persistentes, o que a torna mais indicada para situações abrigadas em contexto urbano do que para frentes marítimas expostas. A tolerância à poluição urbana é confirmada, e a resistência ao frio permite plantação em todo o território continental, incluindo zonas interiores com mínimas de -10 a -12 °C. A tolerância à seca é moderada: o sistema radicular profundo assegura sobrevivência em períodos secos estivais, mas a árvore beneficia de rega de apoio nos primeiros verões após transplantação e em situações de calor prolongado sem precipitação.
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