Sombra alta e copa piramidal para quintas de solo fundo e fresco
Tulipeiro-da-virgínia · Liriodendron tulipifera
Espécie de crescimento rápido e porte colunar que ocupa em parques e alamedas o lugar de um plátano ou de uma tília, com silhueta mais vertical, floração ornamental e viragem outonal intensa, exigindo solo fresco, profundo e bem drenado.
- Copa cónica e vertical que alarga com a idade em silhueta oval
- Folhas de quatro lóbulos com recorte truncado inconfundível
- Folhagem que vira a amarelo dourado luminoso no Outono
Sobre esta espécie
O tulipeiro-da-virgínia é uma caducifólia da família Magnoliaceae que atinge 20 a 35 m de altura e 10 a 15 m de envergadura, com copa piramidal estreita e fuste recto que se mantém limpo até grande altura. O crescimento é rápido: em solo favorável, um exemplar jovem pode atingir 12 m em quinze anos. A silhueta colunar e o porte assimétrico reduzido tornam-no adequado para alinhamentos largos e para plantação isolada em parques onde se pretenda verticalidade sem a massa horizontal de um plátano.
A folha é simples, alterna, com quatro lóbulos e ápice truncado, verde brilhante na página superior e mais pálida na inferior, com pecíolo longo que lhe confere movimento ao vento. A viragem outonal é amarelo dourado uniforme, estável durante três a quatro semanas em condições atlânticas, o que a torna um critério de selecção relevante em projectos municipais com requisito de interesse sazonal. A floração ocorre em Maio e Junho, com flores solitárias em forma de tulipa, de pétalas…
O tulipeiro-da-virgínia é uma caducifólia da família Magnoliaceae que atinge 20 a 35 m de altura e 10 a 15 m de envergadura, com copa piramidal estreita e fuste recto que se mantém limpo até grande altura. O crescimento é rápido: em solo favorável, um exemplar jovem pode atingir 12 m em quinze anos. A silhueta colunar e o porte assimétrico reduzido tornam-no adequado para alinhamentos largos e para plantação isolada em parques onde se pretenda verticalidade sem a massa horizontal de um plátano.
A folha é simples, alterna, com quatro lóbulos e ápice truncado, verde brilhante na página superior e mais pálida na inferior, com pecíolo longo que lhe confere movimento ao vento. A viragem outonal é amarelo dourado uniforme, estável durante três a quatro semanas em condições atlânticas, o que a torna um critério de selecção relevante em projectos municipais com requisito de interesse sazonal. A floração ocorre em Maio e Junho, com flores solitárias em forma de tulipa, de pétalas verde-amareladas com banda laranja na base; apesar de vistosas, ficam frequentemente ocultas na copa alta de exemplares maduros.
A espécie exige sol pleno, solo ácido a ligeiramente ácido (pH inferior a 6,5), franco, profundo e com humidade regular. Solos calcários compactados, argilosos com drenagem deficiente ou arenosos pobres comprometem o desenvolvimento: em solo seco ou calcário a árvore sobrevive sem prosperar, e em períodos de seca estival prolongada a folha amarelece e cai prematuramente. A tolerância ao stress hídrico é moderada, o que limita a utilização sem rega suplementar nas regiões de Verão seco prolongado. Resiste a temperaturas mínimas de -30 °C sem danos, pelo que o frio invernal não constitui factor limitante em nenhuma zona do território. A tolerância ao sal é baixa, desaconselhando a sua utilização em primeira linha costeira.
O sistema radicular é superficial e carnudo, característico das Magnoliaceae, sensível a danos mecânicos durante a transplantação. A transplantação deve ser feita no início da Primavera, antes do abrolhamento. Em caldeiras urbanas inferiores a 2 m, o sistema radicular pode levantar pavimento; em alinhamentos, prever caldeira generosa ou faixa permeável contínua. A madeira é relativamente fraca, com susceptibilidade à quebra de ramos em vendavais fortes, factor a ponderar em locais expostos. As raízes superficiais limitam o subcoberto possível na zona de projecção da copa.
Na Europa temperada atlântica a espécie atinge dimensões notáveis: exemplares com mais de 49 m estão documentados no norte de Itália e no sudoeste de França. Em Portugal, o seu desempenho óptimo situa-se nas zonas de influência atlântica com precipitação regular e solos ácidos profundos, onde pode constituir alternativa ao plátano em contextos onde o cancro colorido ou a dimensão excessiva do Platanus x hispanica sejam factores de exclusão.
Disponibilidade & preço
Interessado em Liriodendron tulipifera?
A nossa equipa pode ajudá-lo a selecionar o exemplar perfeito para o seu projeto. Contacte-nos para saber a disponibilidade e os preços.
- Produção própria
- Exemplares adultos
- Resposta em 1–2 dias
Sem compromisso · orçamento personalizado