Floração rosa-intenso de verão para jardins de sol pleno
Lagerstroémia ‘Rosea Nova’ · Lagerstroemia indica ‘Rosea Nova’
Cultivar de Lagerstroemia indica selecionada para floração rosa intenso e porte mais contido, indicada quando a espécie-tipo deixa coroas excessivamente irregulares em alinhamento. Aplica-se em arruamento, separador central, praça e caldeira urbana.
- Floração rosa-intenso prolongada de Junho ao início do Outono
- Copa arredondada à escala de pátios e jardins urbanos
- Casca lisa que se desprende em placas claras, bege a acinzentado
Sobre esta cultivar
Mantém o quadro estrutural da espécie já familiar ao paisagista português, com diferenças que justificam a sua especificação face ao Lagerstroemia indica de origem comercial indistinta. Atinge 4 a 6 m de altura e 3 a 5 m de envergadura em condições ibéricas, com copa arredondada e equilibrada que reduz a poda de formação habitualmente exigida pelos exemplares de seedling. A panícula é densa, de rosa intenso estável entre indivíduos, característica útil quando o caderno de encargos pede uniformidade cromática ao longo de um alinhamento.
O comportamento no local segue o da espécie. Exige exposição plena, sem a qual a floração estival fica comprometida; a meia-sombra é desaconselhada em projeto. Tolera o calor estival do Alentejo, da Beira interior e do Algarve, e suporta os solos compactados e a poluição típica do espaço canal de Lisboa e do Porto. Aceita solos ácidos a neutros, arenosos ou argilosos, desde que sem encharcamento prolongado; em solos calcários muito alcalinos surge…
Mantém o quadro estrutural da espécie já familiar ao paisagista português, com diferenças que justificam a sua especificação face ao Lagerstroemia indica de origem comercial indistinta. Atinge 4 a 6 m de altura e 3 a 5 m de envergadura em condições ibéricas, com copa arredondada e equilibrada que reduz a poda de formação habitualmente exigida pelos exemplares de seedling. A panícula é densa, de rosa intenso estável entre indivíduos, característica útil quando o caderno de encargos pede uniformidade cromática ao longo de um alinhamento.
O comportamento no local segue o da espécie. Exige exposição plena, sem a qual a floração estival fica comprometida; a meia-sombra é desaconselhada em projeto. Tolera o calor estival do Alentejo, da Beira interior e do Algarve, e suporta os solos compactados e a poluição típica do espaço canal de Lisboa e do Porto. Aceita solos ácidos a neutros, arenosos ou argilosos, desde que sem encharcamento prolongado; em solos calcários muito alcalinos surge clorose férrica.
Resiste a -10 °C a -12 °C uma vez estabelecida, comportamento confirmado a todo o território continental incluindo Trás-os-Montes e Beira interior, com possível morte da extremidade dos ramos em invernos rigorosos sem consequência estrutural. A floração ocorre de finais de Junho a Setembro, prolongando o interesse para lá da janela das tílias e dos jacarandás. Casca lisa, esfoliante em placas castanho-acinzentadas, com leitura ornamental no Inverno após a queda da folha; viragem foliar amarelo-laranja a vermelho, estável em condições atlânticas até final de Outubro.
O sistema radicular é não agressivo, compatível com caldeiras estreitas e com a separação de redes técnicas em arruamento. Crescimento lento a moderado: contar cinco a sete campanhas para coroa funcional a partir de calibre 14/16. A pressão fitossanitária dominante é o oídio (Erysiphe lagerstroemiae) em situações de ar parado e regas tardias ao fim do dia, e os afídeos no início do Verão; ambas as questões são geríveis com escolha do local e rega matinal, sem necessidade de calendário fitossanitário sistemático.
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