Floração imponente para jardins atlânticos e meia-sombra
Corniso-japonês ‘Venus’ · Cornus kousa ‘Venus’
Híbrido complexo seleccionado para o papel de exemplar focal em pátios, praças interiores e jardins privados de média escala, onde a floração tardia de primavera e a coroa arredondada dispensam o recurso a Magnolia × soulangeana em solos ácidos.
- Brácteas brancas largas acima dos doze centímetros, várias semanas na árvore
- Folhagem que vira a vermelho e púrpura profundos no Outono
- Frutos escarlate redondos prolongam o interesse e atraem aves
Factos-chave
Sobre esta cultivar
Cultivar de Cornus kousa em sentido alargado, 'Venus' resulta do cruzamento complexo entre C. kousa, C. nuttallii e C. chinensis, e distingue-se da espécie-tipo pelo vigor híbrido e pelas brácteas brancas excepcionalmente largas, que ultrapassam doze centímetros de diâmetro. Em estado adulto, mantém-se contida entre cinco e sete metros de altura por quatro a seis de envergadura, com coroa arredondada e equilibrada que a torna especificável onde uma Magnolia × soulangeana ficaria desproporcionada.
O comportamento no local depende da química do solo: exige substrato fresco, bem drenado e ligeiramente ácido, e não responde aos calcários compactos de Lisboa ou do barrocal algarvio sem correcção edáfica prévia. Tolera bem o frio até regiões do interior norte, suporta a poluição urbana de praça e pátio, e apresenta tolerância moderada à seca uma vez instalada, embora a folhagem queime sob sol pleno estival no Sul sem alguma sombra ao princípio da tarde. Em situação favorável, comporta-se…
Cultivar de Cornus kousa em sentido alargado, 'Venus' resulta do cruzamento complexo entre C. kousa, C. nuttallii e C. chinensis, e distingue-se da espécie-tipo pelo vigor híbrido e pelas brácteas brancas excepcionalmente largas, que ultrapassam doze centímetros de diâmetro. Em estado adulto, mantém-se contida entre cinco e sete metros de altura por quatro a seis de envergadura, com coroa arredondada e equilibrada que a torna especificável onde uma Magnolia × soulangeana ficaria desproporcionada.
O comportamento no local depende da química do solo: exige substrato fresco, bem drenado e ligeiramente ácido, e não responde aos calcários compactos de Lisboa ou do barrocal algarvio sem correcção edáfica prévia. Tolera bem o frio até regiões do interior norte, suporta a poluição urbana de praça e pátio, e apresenta tolerância moderada à seca uma vez instalada, embora a folhagem queime sob sol pleno estival no Sul sem alguma sombra ao princípio da tarde. Em situação favorável, comporta-se com mais consistência que C. florida, que sofre regularmente de antracnose (Discula destructiva) e perde fôlego nos verões quentes.
O sistema radicular superficial pede caldeira generosa e separação cuidada de redes técnicas; é melhor inserida em maciço, talude arborizado ou recorte de pavimento amplo do que em alinhamento estreito sobre rede de águas. A resistência fitossanitária herdada de C. kousa é vantagem decisiva em projectos onde C. florida deixou de ser viável, e o género não figura entre os de pressão sanitária activa em Portugal.
Em termos práticos, é cultivar de crescimento moderado: a coroa de projecto consolida-se a partir do quinto ou sexto ano em situação favorável, sem aceleração que comprometa a forma. A folhagem verde-escura vira para púrpura e escarlate no Outono, com retenção estável até final de Novembro em condições atlânticas, e os frutos globosos vermelhos prolongam o interesse decorativo no fim do Verão, atraindo aves. Para projectos paisagísticos que peçam um focal de floração tardia, coroa compacta e ciclo sazonal completo, 'Venus' resolve o programa onde o Cornus florida deixa de o fazer.
Disponibilidade & preço
Interessado em Cornus kousa 'Venus'?
A nossa equipa pode ajudá-lo a selecionar o exemplar perfeito para o seu projeto. Contacte-nos para saber a disponibilidade e os preços.
- Produção própria
- Exemplares adultos
- Resposta em 1–2 dias
Sem compromisso · orçamento personalizado