Pequena árvore ornamental para jardins frescos e abrigados
Corniso-japonês ‘Chinensis’ · Cornus kousa ‘Chinensis’
Cultivar mais vigorosa e floribunda do corniso-japonês, indicada para projecto ornamental em jardins privados, pátios interiores e parques urbanos do Norte e Centro, onde o solo ácido e o regime atlântico sustentam o seu desempenho.
- Grandes brácteas brancas em estrela, sustentadas várias semanas sobre a folhagem
- Floração tardia, já com as folhas abertas, prolongada no tempo
- Outono em tons de cobre, vermelho e púrpura na folhagem
Sobre esta cultivar
Cultivar seleccionada de Cornus kousa, 'Chinensis' distingue-se da espécie-tipo pela maior abundância de brácteas e por um porte adulto mais equilibrado, com 6 a 9 m de altura e 5 a 7 m de largura. A copa arredondada, de ramificação marcadamente horizontal, organiza-se em patamares sobrepostos que conferem leitura arquitectónica em isolado, papel difícil de obter com Magnolia x soulangeana ou Lagerstroemia indica em projectos onde se procura silhueta estratificada em vez de massa floral compacta.
O comportamento no local é decisivo para a sua especificação. Pede solos frescos, profundos, ligeiramente ácidos e bem drenados, condição que o exclui dos calcários compactos da Estremadura e de Lisboa, mas o valoriza em substratos graníticos do Minho, Douro Litoral, Beira interior e jardins históricos do Porto. Tolerância à seca apenas moderada: em Trás-os-Montes ou no Alentejo interior exige rega de apoio nos primeiros verões, mesmo após pegamento. A tolerância ao salitre é baixa, pelo que…
Cultivar seleccionada de Cornus kousa, 'Chinensis' distingue-se da espécie-tipo pela maior abundância de brácteas e por um porte adulto mais equilibrado, com 6 a 9 m de altura e 5 a 7 m de largura. A copa arredondada, de ramificação marcadamente horizontal, organiza-se em patamares sobrepostos que conferem leitura arquitectónica em isolado, papel difícil de obter com Magnolia x soulangeana ou Lagerstroemia indica em projectos onde se procura silhueta estratificada em vez de massa floral compacta.
O comportamento no local é decisivo para a sua especificação. Pede solos frescos, profundos, ligeiramente ácidos e bem drenados, condição que o exclui dos calcários compactos da Estremadura e de Lisboa, mas o valoriza em substratos graníticos do Minho, Douro Litoral, Beira interior e jardins históricos do Porto. Tolerância à seca apenas moderada: em Trás-os-Montes ou no Alentejo interior exige rega de apoio nos primeiros verões, mesmo após pegamento. A tolerância ao salitre é baixa, pelo que se exclui da orla costeira atlântica e algarvia exposta.
A resistência fitossanitária é um argumento técnico relevante. Ao contrário de Cornus florida, frequentemente comprometido por antracnose em condições atlânticas húmidas, C. kousa 'Chinensis' apresenta resistência consistente a esta e a outras doenças do género, dispensando intervenções fitossanitárias programadas. Mantém comportamento radicular contido e não conflitua com pavimentos vizinhos em pátios ou caldeiras amplas.
O interesse ornamental sucede-se em três tempos: brácteas brancas estreladas de longa duração entre o final da Primavera e o início do Verão, drupas globosas vermelho-escarlate consumidas por aves no final do Verão, e viragem outonal estável em vermelho, púrpura e laranja prolongada até ao final de Novembro em condições litorais. A casca exfoliante adulta acrescenta valor invernal em situação de proximidade, justificando o seu uso em pátios privados, claustros e zonas de estar de parques urbanos. Crescimento lento a moderado: a leitura adulta consolida-se a partir do sexto ou sétimo ano após plantação de calibre considerável.
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