Floração de bractéolas brancas para solo ácido e meia-sombra
Corniso-florido · Cornus florida
{# A tabela de LOTES (§C, «zoom no lote») foi movida para baixo das características (botânica em cima, lotes em baixo — reunião 24/07). Ver #crm-lotes mais abaixo. #}Pequena árvore ornamental de porte tabular, escolhida pelas brácteas brancas de Abril e Maio e pela viragem foliar para vermelho-vinoso no Outono. Prospera em solo ácido e situação fresca do Norte e Centro Atlânticos.
- Grandes bractéolas brancas que abrem em Abril antes da folhagem
- Floração que se mantém duas a três semanas na primavera
- Folhagem que vira a vinho e púrpura em finais de Outubro
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Sobre esta espécie
Cornus florida cresce entre 5 e 10 m, com copa larga, baixa e horizontalizada que se aproxima do plano à medida que o exemplar amadurece. Em projecto ocupa o papel ornamental de um Cercis siliquastrum ou de uma Magnolia × soulangeana, com floração mais discreta em volume mas três interesses sazonais articulados: brácteas brancas ou rosadas em Abril e Maio, drupas vermelhas em fim de Verão e folhagem com viragem para vermelho-vinoso até Novembro em condições atlânticas.
É uma espécie de subcoberto na sua área de origem, no Leste dos Estados Unidos, e esse hábito condiciona o seu emprego em Portugal. Adapta-se a solos francos a argilo-arenosos, frescos, com matéria orgânica e pH ácido a ligeiramente ácido; não suporta calcário activo nem encharcamento prolongado. Resiste a cerca de -15 °C sem dano relevante, pelo que o factor limitante não é o frio mas o calor seco estival: a tolerância ao stress hídrico é baixa e a folha queima em exposição plena no interior Alentejano ou no Algarve…
Cornus florida cresce entre 5 e 10 m, com copa larga, baixa e horizontalizada que se aproxima do plano à medida que o exemplar amadurece. Em projecto ocupa o papel ornamental de um Cercis siliquastrum ou de uma Magnolia × soulangeana, com floração mais discreta em volume mas três interesses sazonais articulados: brácteas brancas ou rosadas em Abril e Maio, drupas vermelhas em fim de Verão e folhagem com viragem para vermelho-vinoso até Novembro em condições atlânticas.
É uma espécie de subcoberto na sua área de origem, no Leste dos Estados Unidos, e esse hábito condiciona o seu emprego em Portugal. Adapta-se a solos francos a argilo-arenosos, frescos, com matéria orgânica e pH ácido a ligeiramente ácido; não suporta calcário activo nem encharcamento prolongado. Resiste a cerca de -15 °C sem dano relevante, pelo que o factor limitante não é o frio mas o calor seco estival: a tolerância ao stress hídrico é baixa e a folha queima em exposição plena no interior Alentejano ou no Algarve sem rega de apoio.
O emprego defensável situa-se no Minho, Douro Litoral, Beira Litoral e meias encostas frescas das Beiras Interior, em solos xistosos ou graníticos descarbonatados. Em Lisboa e Sul é viável apenas em pátio sombreado, em maciço sob coberto arbóreo, ou em jardim privado regado, nunca em alinhamento exposto. Exposição preferencial em meia-sombra a partir do Tejo; exposição plena tolerada a Norte do Mondego.
O género está sob pressão fitossanitária pela antracnose do corniso (Discula destructiva), ainda sem expressão epidémica documentada em Portugal mas presente como risco a ponderar em plantações densas e em estações húmidas e frescas. Plantar arejado, evitar rega por aspersão sobre a folhagem e manter cobertura de mulch sobre a caldeira reduzem significativamente a exposição. Crescimento lento: o exemplar plantado em calibre 14/16 atinge porte de projecto em sete a dez anos consoante a estação.
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