Floração rosada para jardins frescos e abrigados
Corniso-florido ‘Rubra’ · Cornus florida ‘Rubra’
Árvore ornamental de pequeno porte para projecto residencial ou parque de média dimensão, especificada pela floração rosada prolongada antes da folhagem e pela viragem outonal vermelho-púrpura em solo fresco e ligeiramente ácido.
- Grandes brácteas cor-de-rosa que cobrem a árvore na Primavera
- Floração que mantém o efeito durante várias semanas antes da folha
- Folhagem que vira a vermelho e púrpura no Outono
Factos-chave
Sobre esta cultivar
Distingue-se do tipo pela coloração das brácteas, que abrem rosa a rosado-escarlate em vez do branco da espécie e antecedem a abertura da folhagem em março e abril. A coroa é arredondada com ramificação horizontal pronunciada, conferindo silhueta característica no inverno após a queda da folha. Em condições portuguesas atinge 6 a 8 m de altura por 4 a 6 m de largura, escala compatível com pátios, entradas residenciais e maciços de média dimensão.
Pede solo fresco, fértil e bem drenado, com pH ligeiramente ácido a neutro; em solo calcário compacto ou em encharcamento prolongado não fixa. Adapta-se ao sol pleno no Norte e Centro atlântico, mas no interior alentejano e nas exposições mais quentes do Algarve responde melhor em meia-sombra com rega de apoio nos primeiros três anos. A tolerância ao stress hídrico é baixa: não é uma espécie de plantação seca.
Quanto ao perfil fitossanitário, o género é sensível à antracnose do corneiro (Discula destructiva) e à antracnose das brácteas; a…
Distingue-se do tipo pela coloração das brácteas, que abrem rosa a rosado-escarlate em vez do branco da espécie e antecedem a abertura da folhagem em março e abril. A coroa é arredondada com ramificação horizontal pronunciada, conferindo silhueta característica no inverno após a queda da folha. Em condições portuguesas atinge 6 a 8 m de altura por 4 a 6 m de largura, escala compatível com pátios, entradas residenciais e maciços de média dimensão.
Pede solo fresco, fértil e bem drenado, com pH ligeiramente ácido a neutro; em solo calcário compacto ou em encharcamento prolongado não fixa. Adapta-se ao sol pleno no Norte e Centro atlântico, mas no interior alentejano e nas exposições mais quentes do Algarve responde melhor em meia-sombra com rega de apoio nos primeiros três anos. A tolerância ao stress hídrico é baixa: não é uma espécie de plantação seca.
Quanto ao perfil fitossanitário, o género é sensível à antracnose do corneiro (Discula destructiva) e à antracnose das brácteas; a cultivar 'Rubra' apresenta resistência moderada a esta última, mas não substitui o cuidado de plantação em local arejado, sem sombreamento denso permanente. O sistema radicular é superficial e fasciculado, sem agressividade contra pavimentos, o que a torna compatível com caldeira de jardim mas inadequada para alinhamento de tráfego intenso ou separador exposto.
A folhagem é ovada, verde-escura no verão, com viragem estável para vermelho e púrpura no outono, prolongando o interesse cromático até final de novembro em condições atlânticas. Os frutos pequenos, vermelhos e persistentes, atraem aves e mantêm valor decorativo até início do inverno. O crescimento é lento, pelo que a especificação em projecto deve partir de calibre próximo da escala pretendida; usa-se como exemplar isolado, em pequenos grupos junto a percursos sombreados ou em orla de bosque ornamental.
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