Palmeira rústica para o jardim atlântico português
Palmeira-da-fortuna · Chamaerops excelsa
{# A tabela de LOTES (§C, «zoom no lote») foi movida para baixo das características (botânica em cima, lotes em baixo — reunião 24/07). Ver #crm-lotes mais abaixo. #}Palmeira de porte recto e tronco fibroso para projectos onde se procura silhueta exótica sem o risco de geadas. Espécie de referência em arruamentos e pátios urbanos do litoral português, com bom comportamento confirmado em Lisboa e Porto.
- A palmeira de leque mais resistente ao frio que se planta em Portugal
- Tronco esguio e fibroso com coroa compacta de folhas palmadas verde escuro
- Porte vertical e contido, ocupando pouco mais de três a quatro metros
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Sobre esta espécie
Trachycarpus fortunei, ainda corrente no comércio viveirista ibérico como Chamaerops excelsa, é a palmeira de leque mais fiável para projecto continental europeu fora da faixa estritamente subtropical. Distingue-se pelo tronco colunar revestido por uma malha fibrosa castanha, coroado por uma copa compacta de folhas palmadas de cerca de um metro de diâmetro, persistentes durante todo o ano. O crescimento é lento e a árvore atinge entre 6 e 12 m em idade adulta, com diâmetro de copa de 2 a 4 m, o que a torna compatível com caldeiras estreitas e separadores centrais.
Suporta mínimas próximas de -12 °C uma vez bem estabelecida, comportando-se sem stress invernal em toda a faixa litoral a sul do Mondego e em zonas urbanas abrigadas do interior norte. A folhagem perene e o porte vertical preservam a leitura arquitectónica do projecto ao longo de todo o ano, sem a vulnerabilidade a Rhynchophorus ferrugineus que retirou Phoenix canariensis e Phoenix dactylifera das listas de plantação…
Trachycarpus fortunei, ainda corrente no comércio viveirista ibérico como Chamaerops excelsa, é a palmeira de leque mais fiável para projecto continental europeu fora da faixa estritamente subtropical. Distingue-se pelo tronco colunar revestido por uma malha fibrosa castanha, coroado por uma copa compacta de folhas palmadas de cerca de um metro de diâmetro, persistentes durante todo o ano. O crescimento é lento e a árvore atinge entre 6 e 12 m em idade adulta, com diâmetro de copa de 2 a 4 m, o que a torna compatível com caldeiras estreitas e separadores centrais.
Suporta mínimas próximas de -12 °C uma vez bem estabelecida, comportando-se sem stress invernal em toda a faixa litoral a sul do Mondego e em zonas urbanas abrigadas do interior norte. A folhagem perene e o porte vertical preservam a leitura arquitectónica do projecto ao longo de todo o ano, sem a vulnerabilidade a Rhynchophorus ferrugineus que retirou Phoenix canariensis e Phoenix dactylifera das listas de plantação municipal em demarcações sob vigilância.
A tolerância edáfica é ampla: comporta-se em solos arenosos litorais, francos bem drenados e calcários de drenagem regular. Não tolera encharcamento prolongado nem solos compactados sem correcção prévia. O sistema radicular é contido e superficial, não levanta pavimentos nem interfere com redes técnicas próximas, o que permite a sua especificação em alinhamento e em praça pública com caldeira de 1,5 m.
Resiste bem ao vento e ao salitre, qualidade que justifica o seu uso recorrente em frentes marítimas e empreendimentos do Algarve e da Costa Vicentina. A tolerância à secura é moderada: pega em situação de exposição plena, mas em condições de Verão interior alentejano beneficia de rega de manutenção durante os primeiros três anos pós-plantação. Espécie dióica, com inflorescências amarelas em Maio e Junho que constituem interesse ornamental secundário face à folhagem, atributo dominante de projecto. Perfil fitossanitário robusto, sem pressões equivalentes às que afectam Platanus ou Fraxinus no mercado nacional.
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