Sombra mediterrânica para solos secos e calcários
Lódão-bastardo · Celtis australis
Espécie de alinhamento e sombra para arruamentos e praças, oferece ao caderno de encargos uma alternativa autóctone ao plátano sob cancro colorido e ao freixo sob chalarose, com fuste limpo e copa regular.
- Espécie mediterrânica nativa de Portugal, de copa arredondada e aberta
- Tronco cinzento liso com textura quase de pele de elefante
- Sombra densa com exigência hídrica muito menor que um plátano
Sobre esta espécie
Árvore de porte médio a grande, atinge 15 a 25 m de altura com copa arredondada e espalhada de 10 a 15 m, sobre fuste direito e casca lisa cinzenta de textura característica. A folhagem é caduca, lanceolada, áspera ao tacto e verde escura, com viragem para amarelo pálido no final do Outono. O ritmo de crescimento é médio e regular, dando uma silhueta previsível em poda de formação e calibre 25/30 em prazos compatíveis com projecto municipal corrente.
Figura na flora autóctone de Portugal continental segundo POWO, o que a torna especificável em PDM com quota de espécies nativas e em cadernos de encargos camarários que excluem exóticas. Em arruamento e em alinhamento, ocupa o lugar funcional do Platanus x acerifolia e do Fraxinus angustifolia sem expor o projecto à pressão fitossanitária actual sobre esses dois géneros, nomeadamente o cancro colorido (Ceratocystis platani) e a chalarose (Hymenoscyphus fraxineus).
O sistema radicular é pivotante e profundo, com comportamento contido em…
Árvore de porte médio a grande, atinge 15 a 25 m de altura com copa arredondada e espalhada de 10 a 15 m, sobre fuste direito e casca lisa cinzenta de textura característica. A folhagem é caduca, lanceolada, áspera ao tacto e verde escura, com viragem para amarelo pálido no final do Outono. O ritmo de crescimento é médio e regular, dando uma silhueta previsível em poda de formação e calibre 25/30 em prazos compatíveis com projecto municipal corrente.
Figura na flora autóctone de Portugal continental segundo POWO, o que a torna especificável em PDM com quota de espécies nativas e em cadernos de encargos camarários que excluem exóticas. Em arruamento e em alinhamento, ocupa o lugar funcional do Platanus x acerifolia e do Fraxinus angustifolia sem expor o projecto à pressão fitossanitária actual sobre esses dois géneros, nomeadamente o cancro colorido (Ceratocystis platani) e a chalarose (Hymenoscyphus fraxineus).
O sistema radicular é pivotante e profundo, com comportamento contido em caldeira a partir do segundo ano de plantação e baixa incidência de levantamento de pavimentos quando o espaço canal está correctamente dimensionado. Tolera solos calcários compactos, argilosos e arenosos pobres, desde que drenados; recusa o encharcamento prolongado. A tolerância à secura estival é elevada uma vez estabelecida, e suporta temperaturas mínimas até cerca de -15 °C, cobrindo todo o território continental incluindo o interior transmontano.
Resistente à poluição atmosférica e a pragas correntes, sem dependência de tratamentos fitossanitários sistemáticos em contexto urbano. Suporta vento moderado e a exposição salina das praças e arruamentos do litoral atlântico, embora perca vigor em primeira linha costeira sob aspersão directa. A combinação de longevidade demonstrada em alamedas mediterrânicas, calibre estável em situação favorável e perfil sanitário sem alertas activos torna-a um substituto técnico defensável onde o plátano e o freixo deixaram de ser especificáveis com segurança.
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