Cedro de copa larga para quintas com espaço e sol
Cedro-do-atlas · Cedrus atlantica
Conífera de porte arbóreo destacado para parques urbanos, alamedas largas e quintas com solo bem drenado, onde se valoriza a silhueta horizontal madura e a tolerância confirmada ao calor estival prolongado e a períodos secos consecutivos.
- Folhagem azulada perene, do verde-acinzentado ao azul-prateado
- Silhueta que se achata no topo e ganha desenho monumental
- Raiz pivotante profunda dá boa resistência à seca instalada
Sobre esta espécie
Em projecto português o Cedrus atlantica ocupa o lugar estrutural de um pinheiro-manso adulto ou de um plátano bem espaçado, mas em registo perene e com silhueta horizontal característica. Copa piramidal nos primeiros quinze a vinte anos, abrindo depois em planos sobrepostos de ramificação ascendente; atinge 20 a 30 m de altura e 10 a 15 m de envergadura em situação aberta com fuste único. Folhagem em fascículos densos, do verde acinzentado ao azul-prateado nas formas do grupo Glauca, com presença visual estável ao longo do ano.
A espécie tolera bem o calor estival prolongado e o stress hídrico após estabilizado o pegamento, suportado por sistema radicular pivotante profundo que sustenta o vigor em Verões secos sem rega de manutenção a partir do terceiro ano em terreno fundo. Prefere solos profundos, francos a arenosos, bem drenados e ligeiramente ácidos a neutros; comporta-se em solos calcários desde que não compactados nem encharcadiços, e rejeita solos com encharcamento sazonal.…
Em projecto português o Cedrus atlantica ocupa o lugar estrutural de um pinheiro-manso adulto ou de um plátano bem espaçado, mas em registo perene e com silhueta horizontal característica. Copa piramidal nos primeiros quinze a vinte anos, abrindo depois em planos sobrepostos de ramificação ascendente; atinge 20 a 30 m de altura e 10 a 15 m de envergadura em situação aberta com fuste único. Folhagem em fascículos densos, do verde acinzentado ao azul-prateado nas formas do grupo Glauca, com presença visual estável ao longo do ano.
A espécie tolera bem o calor estival prolongado e o stress hídrico após estabilizado o pegamento, suportado por sistema radicular pivotante profundo que sustenta o vigor em Verões secos sem rega de manutenção a partir do terceiro ano em terreno fundo. Prefere solos profundos, francos a arenosos, bem drenados e ligeiramente ácidos a neutros; comporta-se em solos calcários desde que não compactados nem encharcadiços, e rejeita solos com encharcamento sazonal. Exposição plena, com mínimas confirmadas até cerca de -15 °C, o que abrange Trás-os-Montes interior e a Beira Alta sem reservas.
O sistema radicular pivotante torna a transplantação tardia exigente, e justifica a opção por exemplares preparados em torrão estabilizado por campanhas de engorda em campo aberto. Em arruamento o calibre adulto pede caldeira ampla e afastamento ao edificado, dado o desenvolvimento horizontal da copa madura; não é tipologia para alinhamento estreito. Quanto ao perfil fitossanitário, o género não está sob a pressão que afecta Platanus, Fraxinus ou Castanea no mercado nacional, mas a Phytophthora cinnamomi em terrenos pesados e mal drenados é o risco a vigiar, sobretudo junto a montado afectado.
Originário do Atlas e do Rif, norte de África, está longamente naturalizado em Portugal sem comportamento invasor reconhecido. Não figura nas listas de flora autóctone do ICNF e não cumpre, por isso, quotas de nativas em PDM; o seu lugar é o do exemplar isolado em parque, o grupo enquadrado em quinta ou o eixo largo de jardim histórico, onde o porte adulto e a longevidade superior a um século compensam o tempo de instalação.
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