Sombra ampla para quintas atlânticas e propriedades costeiras
Plátano-bastardo · Acer pseudoplatanus
Bordo de grande porte e copa larga, próprio para projectos no Norte montanhoso e no litoral atlântico, onde substitui com vantagem o plátano de sombra em condições de vento e salitre, com pleno vigor em clima fresco e húmido.
- Grande porte e copa larga, sombra densa todo o Verão
- Ritidoma em placas escamosas com camada interior alaranjada no inverno
- Resiste notavelmente ao vento e ao salitre da faixa atlântica
Sobre esta espécie
Árvore caducifólia de grande porte, com 20 a 35 m de altura adulta e copa larga arredondada de ramificação ascendente, o Plátano-bastardo figura na flora autóctone portuguesa segundo a POWO, com presença natural nas serras do Norte. Em alinhamento e parque, ocupa o papel estrutural de um plátano de sombra sem partilhar com este o risco fitossanitário do cancro colorido, exigindo porém enquadramento climático mais cuidado.
A espécie é montana na sua distribuição natural e prefere Verões frescos, comportando-se com vigor a partir dos 600 m de altitude no interior Norte e em todo o litoral atlântico até ao Mondego; perde produtividade e fica susceptível a secas prolongadas em climas mediterrânicos secos, sendo desaconselhada para o Alentejo interior e o Algarve. Tolera solos profundos, frescos, ligeiramente calcários ou argilosos com drenagem assegurada, e evita as argilas pesadas mal drenadas. Resiste a mínimas de -25 °C, sem condicionante invernal em Portugal…
Árvore caducifólia de grande porte, com 20 a 35 m de altura adulta e copa larga arredondada de ramificação ascendente, o Plátano-bastardo figura na flora autóctone portuguesa segundo a POWO, com presença natural nas serras do Norte. Em alinhamento e parque, ocupa o papel estrutural de um plátano de sombra sem partilhar com este o risco fitossanitário do cancro colorido, exigindo porém enquadramento climático mais cuidado.
A espécie é montana na sua distribuição natural e prefere Verões frescos, comportando-se com vigor a partir dos 600 m de altitude no interior Norte e em todo o litoral atlântico até ao Mondego; perde produtividade e fica susceptível a secas prolongadas em climas mediterrânicos secos, sendo desaconselhada para o Alentejo interior e o Algarve. Tolera solos profundos, frescos, ligeiramente calcários ou argilosos com drenagem assegurada, e evita as argilas pesadas mal drenadas. Resiste a mínimas de -25 °C, sem condicionante invernal em Portugal continental.
Distingue-se pela firmeza ao vento e pela tolerância ao salitre, qualidade que sustenta o seu uso histórico em quebra-ventos das frentes atlânticas e que a torna uma das opções mais sólidas para quintas expostas do Minho e do Douro litoral. Suporta a poluição urbana e o sal de degelo, com sistema radicular pivotante que não tende a levantar pavimentos, sendo compatível com caldeiras de dimensão generosa em arruamentos de calibre largo.
No plano fitossanitário, a mancha-negra das folhas (Rhytisma acerinum) é cosmética e não compromete o vigor da árvore; mais relevante é a doença da casca negra (Cryptostroma corticale), associada a Verões quentes e secos prolongados, com incidência crescente na Europa central, razão acrescida para não forçar a espécie em climas mediterrânicos. Em projectos rurais com componente equina, deve sinalizar-se a toxicidade das sementes e das plântulas para cavalos, responsável pela Miopatia Atípica dos Equinos.
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