Copa esférica e contida para jardins formais
Bordo-da-noruega ‘Globosum’ · Acer platanoides ‘Globosum’
Cultivar enxertada em haste alta com coroa naturalmente esférica e compacta, indicada para alinhamentos urbanos, caldeiras de praça e separadores onde o desenho exige altura de copa rigorosamente uniforme entre exemplares.
- Copa esférica e compacta sobre um tronco limpo, sem poda
- Folhagem que veste a copa de amarelo-dourado a cobre no Outono
- Pequenos cachos de flor amarelo-esverdeada em Abril e Maio
Factos-chave
Sobre esta cultivar
Distingue-se do Acer platanoides tipo pela copa densa, arredondada e geometricamente regular, que se forma sem condução nem podas anuais de manutenção e mantém um diâmetro de coroa de 4 a 6 m durante décadas. A enxertia faz-se a 1,8 a 2,2 m sobre fuste limpo, pelo que toda a massa foliar de uma alameda fica à mesma cota, sem necessidade de poda corretiva. O porte adulto raramente excede 5 a 6 m de altura total, valor que faz desta cultivar uma alternativa de pequena escala onde o plátano ou a tília ficariam sobredimensionados.
O crescimento é lento, conforme observado em cultivo nacional, o que se traduz numa coroa estável ano após ano e em ganhos de calibre modestos a partir da plantação. Esta característica é uma vantagem em arruamento ou em separador central: o desenho não se descaracteriza com o tempo e a poda sanitária reduz-se ao essencial. A folha palmada, de verde escuro no Verão, vira para amarelo-dourado estável até final do Outono atlântico, oferecendo uma marcação sazonal…
Distingue-se do Acer platanoides tipo pela copa densa, arredondada e geometricamente regular, que se forma sem condução nem podas anuais de manutenção e mantém um diâmetro de coroa de 4 a 6 m durante décadas. A enxertia faz-se a 1,8 a 2,2 m sobre fuste limpo, pelo que toda a massa foliar de uma alameda fica à mesma cota, sem necessidade de poda corretiva. O porte adulto raramente excede 5 a 6 m de altura total, valor que faz desta cultivar uma alternativa de pequena escala onde o plátano ou a tília ficariam sobredimensionados.
O crescimento é lento, conforme observado em cultivo nacional, o que se traduz numa coroa estável ano após ano e em ganhos de calibre modestos a partir da plantação. Esta característica é uma vantagem em arruamento ou em separador central: o desenho não se descaracteriza com o tempo e a poda sanitária reduz-se ao essencial. A folha palmada, de verde escuro no Verão, vira para amarelo-dourado estável até final do Outono atlântico, oferecendo uma marcação sazonal coerente em projecto.
A espécie tolera bem a poluição urbana, o vento e variações térmicas pronunciadas, e adapta-se a um espectro alargado de solos, dos arenosos aos argilosos, em reacção ácida ou alcalina, desde que a drenagem seja correcta; o encharcamento prolongado é mal tolerado. A resistência à seca é moderada e supõe rega de manutenção nos primeiros três Verões em zonas de pluviosidade reduzida.
É um Acer com sistema radicular relativamente superficial, traço a ponderar em caldeiras estreitas junto a pavimentos sensíveis: recomenda-se caldeira mínima de 1,5 m e separação das redes técnicas. Em contexto fitossanitário, a espécie é sensível à verticilose (Verticillium dahliae), pelo que convém evitar parcelas com histórico desta doença e privilegiar plantação em solos sãos. Na prática de projecto, esta cultivar ocupa o lugar de outras pequenas árvores de copa formal, como Pyrus calleryana 'Chanticleer', mas com silhueta esférica plena obtida sem poda arquitectónica.
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