Ácer-japonês para pátios e jardins abrigados do litoral norte
Ácer-japonês · Acer palmatum
De porte contido, indicado para pátios urbanos, jardins murados e plantações em maciço sob ensombramento parcial. Trabalha como peça focal numa caldeira generosa ou em plantio de sombra dirigida, valorizando a folhagem rendilhada e a coloração de Outono.
- Folhagem rendilhada de cinco a nove lobos, recortada como mão aberta
- Coloração de Outono em carmim, cobre e vermelho seco
- Ramos jovens de vermelho polido visíveis depois da queda da folha
Videos
Sobre esta espécie
Espécie de presença consolidada no léxico paisagístico português, o Acer palmatum cumpre função focal em pátios, claustros e jardins murados onde a escala arbustiva-arbórea entre quatro e oito metros é a justa. A decisão técnica raramente se joga sobre a espécie em si, mas sobre a forma da copa pretendida e o cultivar que a entrega: porte ascendente para cobertura de banco, porte chorão para massa caída sobre espelho de água, folha laciniada para textura fina junto a passagem pedonal.
O comportamento em projecto é condicionado por duas limitações que ditam a localização. A tolerância à seca é baixa e o sistema radicular é superficial e fasciculado, exigindo solo fresco, drenado e ligeiramente ácido a neutro, com encharcamento ocasional tolerado mas não prolongado. A folha jovem queima sob exposição plena no Sul ou em qualquer situação de vento seco continental, pelo que o enquadramento natural é a meia-sombra ao abrigo de muro, sebe alta ou copa dispersa de espécie maior, condições…
Espécie de presença consolidada no léxico paisagístico português, o Acer palmatum cumpre função focal em pátios, claustros e jardins murados onde a escala arbustiva-arbórea entre quatro e oito metros é a justa. A decisão técnica raramente se joga sobre a espécie em si, mas sobre a forma da copa pretendida e o cultivar que a entrega: porte ascendente para cobertura de banco, porte chorão para massa caída sobre espelho de água, folha laciniada para textura fina junto a passagem pedonal.
O comportamento em projecto é condicionado por duas limitações que ditam a localização. A tolerância à seca é baixa e o sistema radicular é superficial e fasciculado, exigindo solo fresco, drenado e ligeiramente ácido a neutro, com encharcamento ocasional tolerado mas não prolongado. A folha jovem queima sob exposição plena no Sul ou em qualquer situação de vento seco continental, pelo que o enquadramento natural é a meia-sombra ao abrigo de muro, sebe alta ou copa dispersa de espécie maior, condições que se reproduzem com fiabilidade na faixa atlântica a norte do Tejo.
O interesse ornamental constrói-se em três fases. Na rebentação primaveril a folha emerge com tonalidade saturada que varia consoante o cultivar, do verde tenro ao vermelho-vinho e ao rosa-alaranjado. No Verão a copa estabiliza em massa densa e estratificada de textura fina, oferecendo ombra dirigida sem volume excessivo. O Outono é o momento de especificação: viragem para amarelo, cobre, escarlate ou púrpura, sustentada até final de Novembro em condições atlânticas e atrasada nos cultivares de folha mais carnuda.
Em manutenção corrente o bordo-japonês é exigente apenas no primeiro decénio. O pegamento em transplantação tardia depende de protecção contra vento desidratante e de rega regular nos primeiros dois ciclos vegetativos; a partir daí a planta autonomiza-se em rega de manutenção espaçada. A poda restringe-se à condução estrutural e à limpeza sanitária pontual, sob risco de comprometer a silhueta estratificada que constitui o argumento estético do exemplar adulto.
Disponibilidade & preço
Interessado em Acer palmatum?
A nossa equipa pode ajudá-lo a selecionar o exemplar perfeito para o seu projeto. Contacte-nos para saber a disponibilidade e os preços.
- Produção própria
- Exemplares adultos
- Resposta em 1–2 dias
Sem compromisso · orçamento personalizado