Bordo-japonês com casca coral para o jardim de inverno
Ácer-japonês ‘Senkaki’ · Acer palmatum ‘Senkaki’
Cultivar de Acer palmatum seleccionada pela cor vermelho-coral dos ramos jovens, mais intensa em pleno inverno após a queda da folha. Função de espécime de inverno em jardim privado, pátio urbano contido ou composição contemplativa em meia-sombra fresca.
- Ramos jovens vermelho-coral vivos, visíveis de Outubro a Março
- A casca coral intensifica-se com o frio do Inverno
- Folha que vira amarelo-manteiga e laranja-damasco em Outubro
Factos-chave
Sobre esta cultivar
O 'Senkaki' (sinónimo 'Sango-kaku', do japonês para coral) distingue-se da espécie tipo por uma característica única no género: a coloração vermelho-coral a coral-rosado dos ramos jovens e dos lançamentos do ano, que persiste no inverno e se intensifica com o frio. É o argumento central da cultivar e a razão pela qual integra qualquer ficha de espécime de quatro estações.
Folha palmada, não dissecada, verde-clara a amarelo-esverdeada no verão, com viragem para amarelo-manteiga e laranja-damasco entre meados de Outubro e início de Novembro em condições atlânticas. Porte vasiforme erguido na juventude, alargando lentamente para 4 a 6 m de altura por 4 a 5 m de envergadura na maturidade, com ramificação mais regular e refinada do que o tipo. Crescimento lento, comparável ao de outras cultivares de palmatum: 20 a 30 cm/ano em condições favoráveis, exigindo 12 a 15 anos para atingir presença plena de espécime.
Comportamento edáfico exigente. Pede solo bem drenado, fresco, com matéria…
O 'Senkaki' (sinónimo 'Sango-kaku', do japonês para coral) distingue-se da espécie tipo por uma característica única no género: a coloração vermelho-coral a coral-rosado dos ramos jovens e dos lançamentos do ano, que persiste no inverno e se intensifica com o frio. É o argumento central da cultivar e a razão pela qual integra qualquer ficha de espécime de quatro estações.
Folha palmada, não dissecada, verde-clara a amarelo-esverdeada no verão, com viragem para amarelo-manteiga e laranja-damasco entre meados de Outubro e início de Novembro em condições atlânticas. Porte vasiforme erguido na juventude, alargando lentamente para 4 a 6 m de altura por 4 a 5 m de envergadura na maturidade, com ramificação mais regular e refinada do que o tipo. Crescimento lento, comparável ao de outras cultivares de palmatum: 20 a 30 cm/ano em condições favoráveis, exigindo 12 a 15 anos para atingir presença plena de espécime.
Comportamento edáfico exigente. Pede solo bem drenado, fresco, com matéria orgânica e reacção ligeiramente ácida; o solo calcário compactado é limitante e os encharcamentos sazonais provocam queima foliar e regressão de ponta. Tolerância à seca baixa: requer rega de manutenção durante todos os Verões, mesmo após pegamento. A exposição plena em ar seco do interior alentejano ou da meseta provoca escaldão foliar; reservar para meia-sombra fresca, idealmente com protecção da incidência directa entre as 12h e as 16h.
A cor coral da casca depende do diferencial térmico invernal. Comportamento confirmado em Sintra, no Minho litoral e nas zonas frescas do Grande Porto, onde o inverno atlântico húmido favorece a intensidade cromática. Nas zonas litorais a Sul do Mondego e sobretudo no Algarve, o display invernal é atenuado pela ausência de frio prolongado; a cultivar continua funcional como árvore de folhagem, mas o argumento de quatro estações perde peso. Frosthärte assegurada até cerca de -15 °C, sem stress documentado em condições portuguesas.
Uso em espécime contemplativo, em pátio interior ou em maciço de meia-sombra com fundo escuro que valorize a casca. Pegamento fiável a partir de torrão estabilizado, com poda apenas sanitária após o terceiro ano; não tolera poda dura tardia.
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