Bordo-japonês com a viragem outonal mais intensa do género
Ácer-japonês ‘Osakazuki’ · Acer palmatum ‘Osakazuki’
Cultivar de Acer palmatum de folha palmada inteira (não recortada) e copa vasiforme a arredondada, especificável quando a viragem outonal é critério de projecto: a cor escarlate viva, das mais intensas da espécie, sustenta-se várias semanas.
- Coloração escarlate luminosa do Outono, das mais intensas da espécie
- Folha palmada de sete lóbulos, larga e bem desenhada
- Folhagem verde-viva de textura fina na Primavera e Verão
Factos-chave
Sobre esta cultivar
Distingue-se do dissectum e dos cultivares purpúreos por três pontos operacionais: folha palmada de sete lóbulos, robusta, sem recorte filiforme; copa erguida em juventude que largueia com a idade até 4 a 6 m de altura por 4 a 5 m de envergadura; e tolerância solar superior ao laceleaf, dispensando o coddling permanente que outros cultivares de bordo-japonês exigem em exposição plena no Centro e Sul.
O comportamento no local recompensa o paisagista que o coloca em meia-sombra fresca, em solo rico em matéria orgânica, ligeiramente ácido e bem drenado. Atravessa o Verão sem stress hídrico crónico desde que a água esteja disponível no perfil; em condições atlânticas do Minho, do Douro Litoral e da faixa de Sintra-Cascais, comporta-se com regularidade. Em alinhamentos quentes do interior alentejano ou em arruamentos expostos a sul de Lisboa em solo calcário compactado, o cultivar pede caldeira generosa, mulch profundo e rega de manutenção. Resistência fitossanitária é a do género,…
Distingue-se do dissectum e dos cultivares purpúreos por três pontos operacionais: folha palmada de sete lóbulos, robusta, sem recorte filiforme; copa erguida em juventude que largueia com a idade até 4 a 6 m de altura por 4 a 5 m de envergadura; e tolerância solar superior ao laceleaf, dispensando o coddling permanente que outros cultivares de bordo-japonês exigem em exposição plena no Centro e Sul.
O comportamento no local recompensa o paisagista que o coloca em meia-sombra fresca, em solo rico em matéria orgânica, ligeiramente ácido e bem drenado. Atravessa o Verão sem stress hídrico crónico desde que a água esteja disponível no perfil; em condições atlânticas do Minho, do Douro Litoral e da faixa de Sintra-Cascais, comporta-se com regularidade. Em alinhamentos quentes do interior alentejano ou em arruamentos expostos a sul de Lisboa em solo calcário compactado, o cultivar pede caldeira generosa, mulch profundo e rega de manutenção. Resistência fitossanitária é a do género, moderada; não está sob pressão activa em Portugal.
A viragem outonal é a identidade do cultivar e o motivo principal da sua especificação. A folha verde-viva atravessa a Primavera e o Verão sem perda de qualidade fotográfica e, entre meados de Outubro e meados de Novembro em condições atlânticas, vira para escarlate carmim luminoso, mais intenso que o de qualquer outro Acer palmatum corrente em viveiro português. A coloração mantém-se duas a três semanas, com rendimento superior em exposições com luz directa da tarde sobre folhagem hidratada.
Papel de projecto bem definido: exemplar de destaque em parque urbano contido, fundo cromático sobre sebe perene, ponto focal em pátio interior ou jardim japonês de inspiração. A escala maior do que os dissectum permite-lhe estruturar sem se perder; o porte vasiforme limpa-se com poda de formação ligeira nos primeiros anos, sem necessidade de intervenção sanitária recorrente em árvore estabelecida.
Disponibilidade & preço
Interessado em Acer palmatum 'Osakazuki'?
A nossa equipa pode ajudá-lo a selecionar o exemplar perfeito para o seu projeto. Contacte-nos para saber a disponibilidade e os preços.
- Produção própria
- Exemplares adultos
- Resposta em 1–2 dias
Sem compromisso · orçamento personalizado