Folhagem vermelho-fogo durante toda a estação, para jardim contido
Ácer-japonês ‘Fireglow’ · Acer palmatum ‘Fireglow’
Cultivar de Acer palmatum selecionada pela coloração vermelho-fogo sustentada da primavera ao outono, com porte arbustivo erecto a pequena árvore. Especifica-se em projecto de jardim privado, pátio interior ou enquadramento de praça contida, sempre em meia-sombra.
- Vermelho vivo de chama, mais brilhante do que as cultivares borgonha
- Cor estabelecida no rebento da primavera e mantida pelo Verão fora
- Outono em laranja e escarlate até às primeiras chuvas
Factos-chave
Sobre esta cultivar
Distingue-se das demais cultivares purpúreas (Atropurpureum, Bloodgood) pela vivacidade do vermelho, que tende para o tom de chama mais do que para o borgonha escuro, e por preservar essa intensidade durante o verão sem viragem para o bronze que se observa em Bloodgood sob calor estival prolongado. O hábito é arredondado e erecto, jamais pendular como nas formas Dissectum, com folha palmada inteira de cinco a sete lóbulos. Em adulto atinge 3 a 4 m de altura por largura semelhante, calibre que o reserva para acentuação pontual e não para alinhamento.
O comportamento em condições portuguesas confirma-se em meia-sombra estável, com proteção da exposição plena entre meio-dia e fim de tarde a partir de Lisboa para Sul. A folha mantém integridade e cor sob luz filtrada; em exposição plena no Alentejo interior ou no Algarve há queimadura marginal e perda parcial da intensidade cromática. A faixa litoral entre Cascais e Foz do Arelho, com ar fresco e luminosidade atenuada pela brisa…
Distingue-se das demais cultivares purpúreas (Atropurpureum, Bloodgood) pela vivacidade do vermelho, que tende para o tom de chama mais do que para o borgonha escuro, e por preservar essa intensidade durante o verão sem viragem para o bronze que se observa em Bloodgood sob calor estival prolongado. O hábito é arredondado e erecto, jamais pendular como nas formas Dissectum, com folha palmada inteira de cinco a sete lóbulos. Em adulto atinge 3 a 4 m de altura por largura semelhante, calibre que o reserva para acentuação pontual e não para alinhamento.
O comportamento em condições portuguesas confirma-se em meia-sombra estável, com proteção da exposição plena entre meio-dia e fim de tarde a partir de Lisboa para Sul. A folha mantém integridade e cor sob luz filtrada; em exposição plena no Alentejo interior ou no Algarve há queimadura marginal e perda parcial da intensidade cromática. A faixa litoral entre Cascais e Foz do Arelho, com ar fresco e luminosidade atenuada pela brisa atlântica, oferece o enquadramento mais favorável.
A tolerância edáfica é estreita: solo ácido a ligeiramente ácido, rico em matéria orgânica, com drenagem assegurada. Os solos calcários compactos da margem direita do Tejo provocam clorose férrica e desenvolvimento empobrecido; nesses contextos especifica-se em vaso ou em maciço com substrato corrigido. A resistência fitossanitária mantém-se moderada, com vigilância para Verticillium em solo encharcadiço e cochonilha-do-bordo em situação de stress hídrico.
A velocidade de crescimento é ligeiramente superior à média das cultivares purpúreas, ainda que se mantenha lenta em termos absolutos: cerca de 20 a 25 cm por ano em condições favoráveis. Resiste a mínimas de cerca de -15 °C sem dano, perfil que cobre todo o território continental. A coloração de outono prolonga o vermelho-fogo em tons laranja e escarlate até final de Novembro em condições atlânticas, oferecendo interesse sazonal estável sem necessidade de poda formativa para além das primeiras épocas.
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