Bordo-japonês de folha rendilhada para pátios e tanques
Ácer-japonês ‘Dissectum’ · Acer palmatum ‘Dissectum’
Cultivar de Acer palmatum reservada a projectos onde se procura um foco vegetal de pequena escala: pátios interiores, margem de lago ornamental, espaços contidos em jardim de inspiração japonesa ou plantação em contentor de grande porte.
- Folha rendilhada em filamentos finíssimos, quase uma renda vegetal a 2 ou 3 metros
- Porte arredondado e pendente que se afina e ganha carácter ano após ano
- Vive bem à meia-sombra, junto à água ou em vaso num pátio resguardado
Factos-chave
Sobre esta cultivar
Distingue-se do bordo-japonês corrente pela folha profundamente recortada, quase rendilhada, e por um hábito pendente arredondado que cresce em forma de cúpula baixa em vez de se elevar em copa aberta. O crescimento é muito lento, com altura adulta entre dois e três metros e largura equivalente, o que o coloca fora do registo de árvore de alinhamento e dentro do registo de exemplar focal de pequena escala.
Prefere solos ligeiramente ácidos, ricos em matéria orgânica e bem drenados; comporta-se mal em solos calcários compactos ou em situações de encharcamento. Pede exposição de meia-sombra, sobretudo em projectos a sul do Tejo e em pontos abrigados do interior alentejano, onde o sol directo de fim de tarde queima a folha rendilhada e compromete a viragem outonal. Em jardins do Minho e Douro Litoral, com humidade atmosférica mais estável, tolera exposições mais abertas sem perda de qualidade foliar.
O porte reduzido e o sistema radicular contido tornam-no apto a plantação em contentor…
Distingue-se do bordo-japonês corrente pela folha profundamente recortada, quase rendilhada, e por um hábito pendente arredondado que cresce em forma de cúpula baixa em vez de se elevar em copa aberta. O crescimento é muito lento, com altura adulta entre dois e três metros e largura equivalente, o que o coloca fora do registo de árvore de alinhamento e dentro do registo de exemplar focal de pequena escala.
Prefere solos ligeiramente ácidos, ricos em matéria orgânica e bem drenados; comporta-se mal em solos calcários compactos ou em situações de encharcamento. Pede exposição de meia-sombra, sobretudo em projectos a sul do Tejo e em pontos abrigados do interior alentejano, onde o sol directo de fim de tarde queima a folha rendilhada e compromete a viragem outonal. Em jardins do Minho e Douro Litoral, com humidade atmosférica mais estável, tolera exposições mais abertas sem perda de qualidade foliar.
O porte reduzido e o sistema radicular contido tornam-no apto a plantação em contentor de grande volume, a caldeira pequena junto a edifício, a margem de espelho de água ou a primeiro plano de maciço arbustivo. Substitui com vantagem soluções de porte semelhante quando o projecto pede textura de folha fina e silhueta pendente: ocupa o lugar de um pequeno arbusto estruturante sem competir com a vegetação de fundo.
A folhagem desenvolve verde fresco na Primavera, mantém-se ao longo do Verão e transita para gamas de amarelo, laranja e vermelho até final de Outono, com persistência mais longa em situações abrigadas. A poda limita-se a formação inicial e a remoção de ramos cruzados em repouso vegetativo; o vigor lento dispensa intervenções regulares e estabiliza a silhueta sem necessidade de condução.
Disponibilidade & preço
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