Bordo-japonês de folha recortada e cor vinho
Ácer-japonês ‘Dissectum Garnet’ · Acer palmatum ‘Dissectum Garnet’
Cultivar laceleaf de folhagem vermelho-granada que sustenta a cor do rebento até final do verão, indicado para pátios urbanos, jardins recolhidos e plantação em vaso onde se exige um foco baixo, escultural e de manutenção controlada.
- Folha profundamente recortada, tão dividida que parece de renda
- Vermelho-granada desde o rebento, virando a carmim no Outono
- Copa em cúpula arredondada que se curva quase até ao chão
Factos-chave
Sobre esta cultivar
Distingue-se do 'Dissectum' verde pela folhagem profundamente recortada de tom vermelho-vinho que se mantém estável da primavera ao verão, virando para vermelho carmim e laranja quente no outono. O hábito é cascante, mais largo que alto, formando uma cúpula compacta de 2 a 3 m de altura por 3 a 4 m de envergadura aos vinte anos. Para o paisagista que já trabalha com o tipo 'Dissectum' em jardins de inspiração japonesa, posiciona-se como o equivalente cromático em registo escuro, sem perder a leveza do recorte da folha.
O crescimento é lento, o que significa um exemplar adulto a partir de viveiro com torrão estabilizado em campanhas de engorda, e não um plano de plantação que cresça em obra. Trata-se de uma espécie para pontos focais definidos: caldeira de pavimento permeável junto a espelho de água, plantação singular num pátio recolhido, peça de remate em maciço baixo de azáleas e fetos sob coberto de pinheiro-bravo ou de carvalhos esparsos.
Pede solo ácido, fresco, bem drenado e…
Distingue-se do 'Dissectum' verde pela folhagem profundamente recortada de tom vermelho-vinho que se mantém estável da primavera ao verão, virando para vermelho carmim e laranja quente no outono. O hábito é cascante, mais largo que alto, formando uma cúpula compacta de 2 a 3 m de altura por 3 a 4 m de envergadura aos vinte anos. Para o paisagista que já trabalha com o tipo 'Dissectum' em jardins de inspiração japonesa, posiciona-se como o equivalente cromático em registo escuro, sem perder a leveza do recorte da folha.
O crescimento é lento, o que significa um exemplar adulto a partir de viveiro com torrão estabilizado em campanhas de engorda, e não um plano de plantação que cresça em obra. Trata-se de uma espécie para pontos focais definidos: caldeira de pavimento permeável junto a espelho de água, plantação singular num pátio recolhido, peça de remate em maciço baixo de azáleas e fetos sob coberto de pinheiro-bravo ou de carvalhos esparsos.
Pede solo ácido, fresco, bem drenado e profundo. Tolera mal solos calcários compactos e drenagem deficiente, e a folhagem recortada queima em exposição plena no Algarve interior e no Alentejo seco; a posição correcta é a meia-sombra com sol da manhã, que fixa o tom vinho sem chamuscar o limbo. Em condições atlânticas do Minho, da Beira Litoral e da Grande Lisboa abrigada, comporta-se com regularidade desde que se assegure rega de apoio em estio prolongado.
A rusticidade estende-se até cerca de -15 °C, sem stress invernal em qualquer ponto do continente. Não há pressão fitossanitária específica em Portugal sobre a cultivar; em viveiro responde bem à enxertia sobre A. palmatum tipo, e em projecto exige apenas poda sanitária pontual para limpar madeira morta no interior da copa. Como peça isolada num jardim contido, mantém valor cénico durante todas as estações sem assumir a escala que descaracteriza pequenos espaços.
Disponibilidade & preço
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