Ácer-japonês de folha púrpura para o pátio sombreado
Ácer-japonês ‘Atropurpureum’ · Acer palmatum ‘Atropurpureum’
Cultivar de bordo-japonês de porte contido, especificada como exemplar focal cromático em pátio sombreado, jardim murado ou maciço de sub-coberto, em projectos que asseguram rega regular e meia-sombra fresca ao longo do Verão.
- Folha palmada púrpura intensa que vira a vermelho luminoso entre Outubro e Novembro
- Árvore pequena de quatro a seis metros, de hábito compacto e crescimento lento
- Ramificação fina que se torna desenho à medida que a árvore envelhece
Factos-chave
Sobre esta cultivar
Cultivar selecionada do bordo-japonês, o 'Atropurpureum' distingue-se da espécie-tipo pela folhagem púrpura persistente da primavera ao final do verão e por um porte mais compacto, contido entre quatro e seis metros de altura por três a quatro metros de envergadura na maturidade. A coroa mantém-se obovoide a estreita, com hábito multicaule frequente quando conduzido sem fuste único. Para o paisagista habituado a especificar o bordo-japonês em situação focal, esta variedade resolve o efeito cromático sem o volume da espécie nominal.
O comportamento em Portugal é o de uma espécie de meia-sombra exigente em humidade radicular, com tolerância térmica moderada e tolerância à seca baixa. Pede solo ácido a neutro, fresco e bem drenado, com matéria orgânica; em solos calcários compactados ou em encharcamento sazonal a folhagem queima precocemente e o vigor reduz-se. Em alinhamento exposto a sul ou em pátios reflectores de calor estival a folhagem sofre escaldão, pelo que se reserva para…
Cultivar selecionada do bordo-japonês, o 'Atropurpureum' distingue-se da espécie-tipo pela folhagem púrpura persistente da primavera ao final do verão e por um porte mais compacto, contido entre quatro e seis metros de altura por três a quatro metros de envergadura na maturidade. A coroa mantém-se obovoide a estreita, com hábito multicaule frequente quando conduzido sem fuste único. Para o paisagista habituado a especificar o bordo-japonês em situação focal, esta variedade resolve o efeito cromático sem o volume da espécie nominal.
O comportamento em Portugal é o de uma espécie de meia-sombra exigente em humidade radicular, com tolerância térmica moderada e tolerância à seca baixa. Pede solo ácido a neutro, fresco e bem drenado, com matéria orgânica; em solos calcários compactados ou em encharcamento sazonal a folhagem queima precocemente e o vigor reduz-se. Em alinhamento exposto a sul ou em pátios reflectores de calor estival a folhagem sofre escaldão, pelo que se reserva para meia-sombra atlântica do Norte e Centro ou para pátios urbanos com sombra de fachada e rega de manutenção assegurada.
A folhagem caduca, dividida em cinco a sete lóbulos pontiagudos, abre num púrpura intenso, aprofunda-se ao longo do verão e vira vermelho luminoso em Outubro e Novembro nas condições atlânticas portuguesas. Em Maio surgem corimbos discretos de flores vermelho-púrpura, seguidos de sâmaras aladas no final do verão, sem peso ornamental relevante face à folhagem. O sistema radicular é fasciculado e superficial, compatível com caldeiras estreitas e sem risco de levantamento de pavimento.
O lugar deste cultivar em projecto é o de exemplar solitário em pátio, jardim murado ou maciço estruturante de sub-coberto, e não o de árvore de alinhamento ou de sombra. Funciona como ponto focal cromático em jardim privado de pequena dimensão, em quinta com sequência de pátios sombreados, ou em intervenção urbana onde o efeito púrpura justifique a manutenção mais cuidada que a espécie pede.
Disponibilidade & preço
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