Bordo-campestre ‘Elsrijk’ · Acer campestre ‘Elsrijk’
Bordo de copa densa e regular para arruamentos com espaço aéreo limitado, caldeiras estreitas e solos urbanos compactados. Alternativa europeia ao Acer pseudoplatanus quando se procura calibre médio, sombra plena e baixa exigência fitossanitária.
- Copa arredondada e densa, sombra abundante à escala humana
- Folhagem que vira a amarelo no fim de Outubro e Novembro
- Cor de Outono fiável que dura semanas se as chuvas tardarem
Sobre Acer campestre
Espécie europeia de pequeno a médio porte, atingindo 8 a 12 m de altura por 6 a 10 m de envergadura em condições de projecto, com copa arredondada densa e fuste de comprimento moderado. Ocupa em arruamento ou alameda secundária o lugar que um Acer pseudoplatanus ocuparia em escala maior, mas com calibre final mais contido, exigência aérea reduzida e menor pressão sobre redes técnicas subterrâneas.
A coroa fecha de forma regular e responde bem a poda de formação para condução em fuste único ou em sebe estrutural alta, padrão histórico no continente europeu.
Tolera solos calcários, argilosos compactados e a generalidade dos solos urbanos com drenagem aceitável, característica que se prende com a sua ecologia de origem em galerias de meia-encosta e bordaduras de bosque mesofílico europeu. Resiste a -20 °C sem dano, valor folgado para qualquer geografia portuguesa, e suporta os Verões secos das zonas atlânticas e do interior norte sem rega de manutenção a partir do segundo ou terceiro…
Espécie europeia de pequeno a médio porte, atingindo 8 a 12 m de altura por 6 a 10 m de envergadura em condições de projecto, com copa arredondada densa e fuste de comprimento moderado. Ocupa em arruamento ou alameda secundária o lugar que um Acer pseudoplatanus ocuparia em escala maior, mas com calibre final mais contido, exigência aérea reduzida e menor pressão sobre redes técnicas subterrâneas.
A coroa fecha de forma regular e responde bem a poda de formação para condução em fuste único ou em sebe estrutural alta, padrão histórico no continente europeu.
Tolera solos calcários, argilosos compactados e a generalidade dos solos urbanos com drenagem aceitável, característica que se prende com a sua ecologia de origem em galerias de meia-encosta e bordaduras de bosque mesofílico europeu. Resiste a -20 °C sem dano, valor folgado para qualquer geografia portuguesa, e suporta os Verões secos das zonas atlânticas e do interior norte sem rega de manutenção a partir do segundo ou terceiro ano, ainda que em Alentejo e Algarve o desempenho beneficie de alguma frescura edáfica.
O sistema radicular pivotante de superfície tem comportamento moderado em caldeira, compatível com caldeiras a partir de 1,5 m e com separação corrente de redes técnicas.
Apresenta perfil fitossanitário tranquilo no contexto português: não figura entre os géneros sob pressão activa (chalarose do freixo, cancro colorido do plátano, seca dos montados, nemátodo do pinheiro), o que o torna candidato natural em substituição de Fraxinus excelsior nos projectos onde a chalarose desaconselha a espécie. A folhagem palmatilobada vira para amarelo no Outono, com cobertura variável conforme o ano e o solo, mais consistente em situação fresca; a casca desenvolve fissuração rolhuda longitudinal característica, com interesse de Inverno em praça pública ou em separador central arborizado.
O ritmo de crescimento é lento a moderado, devendo o projecto contar com cinco a sete anos para coroa estabelecida a partir de calibre 20/25, valor compatível com programas municipais de arborização faseada.
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